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Como Fazer Seu Teste De Personalidade Comportamental

Teste De Personalidade

 

Teste de Personalidade Comportamental CIS Assessment

Você se sente reconhecido no seu trabalho? A maioria das pessoas não sabe explorar todo seu potencial. Se você não sabe seus pontos fortes e suas limitações, dificilmente conseguirá ser reconhecido na função que ocupa e crescer na sua carreira.

Nesse ponto incluem-se os líderes também. A liderança eficaz passa diretamente por conhecer o perfil e o potencial de cada um da equipe. Já parou para pensar na quantidade de problemas que você e sua equipe têm no dia a dia que seriam solucionados se as pessoas se relacionassem melhor?

Os bons gestores são aqueles que sabem o perfil comportamental do seu time e exploram todo o potencial para incentivá-los, melhorar os resultados e minimizar os conflitos.

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  • Estilo de liderança
  • Tomada de decisão
  • Melhor área de atuação
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São eles:

DOMINÂNCIA: como uma pessoa lida conflitos e problemas;


INFLUÊNCIA: como você se relaciona com as pessoas e de que forma as influencia


ESTABILIDADE: sua capacidade de transitar por mudanças


COMPLACÊNCIA: sua relação com hierarquias e sua reação com regras estabelecidas

Teste De Personalidade Profissional

Na Teoria de Valores de Eduard Spranger são mostradas as principais motivações de cada pessoa, o que é mais importante. São definidos seis tipos de valores, os quais têm níveis diferentes de importância para cada um: religioso, econômico, estético, político e social e teórico.

Nos Tipos Psicológicos de Carl Jung, nós podemos ser compreendidos a partir de duas atitudes: a extroversão e a introversão. E também por quatro aspectos psicológicos – sensação, pensamento, sentimento e intuição.

Essa linha busca analisar a forma como nós nos energizamos, captamos informações do meio e como tiramos conclusões.

O CIS Assessment possui laudo de confiabilidade baseado nos estudos do coeficiente alpha de cronbach e é validado pela Universidade Federal do Ceará – UFC junto ao Departamento de Estatística.

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O relatório preserva o anonimato dos participantes. Esse diferencial exclusivo do CIS Assessment proporciona uma análise muito mais precisa sobre a adaptação ao meio.

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A Psicologia Do Esporte Aplicável Ao Treinamento De Força

Psicologia Do Esporte

 

A Preparação Mental Como Treino Coadjuvante Para O Ganho De Força Em Praticantes De Musculação

 

Introdução:  (Parte 1)  A Preparação Mental Como Treino Para O Ganho De Força

 

Capitulo 2

A julgar pelo título deste capítulo que se pretende discorrer sobre a psicologia do esporte aplicável ao treinamento de força, se faz necessário que se conceitue inicialmente o que vem a ser o treinamento de força, para que em sequência definindo-se também a psicologia do esporte, se apresente uma análise pertinente à sua correlação.

2.1 O Treinamento De Força

O termo “treinamento” é muito complexo, sendo o mesmo empregado nas mais variadas áreas científicas e profissionais. No entanto, no que é condizente ao “treinamento físico” caracteriza-se como sendo um processo repetitivo e sistemático que integra exercícios progressivos no intuito de se promover o aperfeiçoamento do desempenho.
Entre as definições conceituais do treinamento físico citam-se as seguintes.

O treinamento físico pode ser compreendido como um processo organizado e sistemático de aperfeiçoamento físico, nos seus aspectos morfológicos e funcionais, impactando diretamente sobre a capacidade de execução de tarefas que envolvam demandas motoras, sejam elas esportivas ou não (BARBANTI, TRICOLI & UGRINOWITSCH, 2004).

 

Frente a esta citação, entende-se que o treinamento físico é composto por um processo de ações complexas, que se planejadas e orientadas, conduzem a um melhor desempenho esportivo, se fazendo possível em situações de comprovação, especialmente na competição esportiva.

Vale assim, a seguinte citação:

O treinamento, já aceito há algum tempo como ciência, tem sua posição científica reforçada com referências consideradas essenciais para todos os que buscam o alto rendimento atlético (TUBINO, 1984).

Com referência ao “treinamento de força”, denominado popularmente por musculação e que se origina como tradução adequada da palavra fitness advinda do idioma Inglês – cuja tradução literal indica as possibilidades para: ginástica, boa condição física, aptidão e/ou capacidade-, seguindo-se as modulações para sua definição, Guimarães (2005) ressalta que se trata da “prática de uma atividade física de alta intensidade, onde normalmente são executados alguns exercícios anaeróbicos visando à obtenção de uma construção muscular e sua(s) definição(s)”.

Neste contexto, Guedes; Souza e Rocha (2006) complementam que a musculação define a execução de movimentos biomecânicos que estão localizados em segmentos musculares definidos, dados pela utilização de sobrecarga externa ou até mesmo pelo peso do próprio corpo, configurando-se como um exercício contra resistência, tendo como principal capacidade física motora treinada, a força.

Em continuidade, Guimarães (2005) pontua que a musculação compreende um trabalho de precisão, onde cada detalhe é importante, e que está adequado à outros aspectos de extrema importância que dizem respeito à condução de hábitos comportamentais, entre os quais tem-se: alimentação, descanso apropriado, intensidade de treino, entre outros, determinados de acordo com a biologia de cada indivíduo, além do genótipo e fenótipo.

No seu aspecto histórico, devidamente mencionado na introdução deste estudo, verifica-se que o treinamento da força é uma prática antiga, já se fazendo presente nos tempos primórdios, quando os homens tinham que aprimorar suas forças para enfrentamento de caças e batalhas que garantiam suas próprias subexistências (SABA, 2001).

Sob este contexto episódico, este autor acima referenciado, ressalva que exercícios de fortalecimento muscular advêm de períodos com mais de 4.500 anos demonstrados nas estruturas de capelas mortuárias do Egito, através de figuras que representam homens realizando exercícios com pesos. Saba (2001) também informa a existência de escavações que trouxeram à tona tipos de pedras que denotam formas de pegadas para as mãos, sinalizando-se assim, a presença da atividade de musculação, comprovando, portanto, a existência da atividade da musculação ao longo da história humana, configurando-se em um hábito necessário, saudável e benéfico.

Apesar do treinamento da força ser uma pratica antiga como visto, Barbanti; Tricoli; Ugrinowitsch (2004) destacam que “seu corpo de conhecimento é relativamente recente”, cujos estudos se iniciaram em meados iniciais do século XX, quando treinadores e curiosos no tema, começaram a reunir e sistematizar suas experiências, buscando respostas ao processo de melhoramento do rendimento esportivo, o que conduziu a estruturação da Teoria do Treinamento ou Metodologia do Treinamento.

Para Böhme (2003) a Teoria ou Metodologia do Treinamento “combina um conjunto de ações complexas que atua em todas as características relevantes do desempenho esportivo”. Assim, pode ser definida como um processo de ações planejadas que se inter-relacionam com componentes como: objetivos, métodos, conteúdos, organização e realização. Para tanto, segundo este autor considera os conhecimentos científicos e experiências práticas do treinamento esportivo, que incluem o controle e a avaliação antes, durante e após sua realização buscando resultados satisfatórios aos objetivos propostos.

Weineck (1999) afirma que estas ações orientadas dentro do treinamento da força são responsáveis para que se alcancem os objetivos almejados, e visando otimizar o processo os estímulos da carga devem ser apropriados, fazendo-se necessário o conhecimento dos componentes da carga que dizem respeito aos seguintes fatores: a) volume que indica a duração e quantidade de estímulos por unidade de treinamento; b) a intensidade pertinente a força aplicada à cada um dos estímulos que corresponde à porcentagem do desempenho máximo; c) a densidade condizente a relação temporal entre as fases de carga e de recuperação; d) a duração que determina o tempo de influxo de um estímulo isolado e de uma série de estímulos; e por fim, e) a frequência, que segundo o mesmo autor, é pertinente ao número das unidades de treinamento praticadas (dia/semana) (WEINECK, 1999).

Consideradas as orientações de autores como Barbanti (2005); Guedes; Souza e Rocha (2006); entre outros tantos literários pontuados neste trabalho, ressalta-se em adição, a importância de que se conheçam a particularidade de cada componente de carga mencionado por Weineck (1999), para que estes possam ser relacionados entre si na busca de uma melhor perfomance. Inserido neste contexto, os autores mencionam que as características de cada carga levam em conta fatores como genótipo que caracteriza os potenciais, a predisposição e a aptidão de cada indivíduo, e o fenótipo que corresponde às habilidades passíveis de incorporação por meio do treino adequado (WEINECK, 1999; GUIMARÃES, 2005; BARBANTI, 2005; GUEDES; SOUZA e ROCHA, 2006).

No que compete as definições de aptidão e habilidade, Chiesa (2004) as define da seguinte forma: 1) Aptidão: potencialidades ou qualidades inatas do homem, expressas de forma contínua através da predisposição e do talento. O autor em questão, exemplifica a aptidão máxima que é tangente à força muscular, a resistência cardiovascular, a flexibilidade e velocidade, entre outras; 2) Habilidade: caracteriza-se como elemento adquirido ou aprendido no decorrer da vida, como é o caso das brincadeiras físicas e dos esportes, que necessitam ser transmitidos através de técnica, treinos e continuidade (CHIESA, 2004).

Para Tubino (1984) os cinco princípios do Treinamento Esportivo são: o Princípio da Individualidade Biológica, o Princípio da Adaptação, o Princípio da Sobrecarga, o Princípio da Continuidade/Reversibilidade, o Princípio da Interdependência Volume-Intensidade, e o Princípio da Especificidade dos Movimentos, os quais se inter-relacionam entre si, como afirmam também, os demais literários referenciados ao longo desta pesquisa.

A musculação, como atividade completa, trabalha todas as habilidades motoras que são
classificadas em: a) motoras fechadas relativas àquelas que se apresentam em ambientes previsíveis através de movimentos estabelecidos, e b) motoras abertas que por sua vez, se apresentam em ambientes imprevisíveis sofrendo modificação no decorrer de sua execução (BARBANTI, 2005).

Adicionalmente à precisão dos movimentos, Barbanti (2005) menciona que as habilidades motoras, sejam elas, fechadas ou abertas se subclassificam em: 1) motora discreta que tem começo, e fim determinados; 2) motora seriada composta por habilidades divergentes executadas de forma integrada; e 3) motora contínua onde os pontos iniciais e finais são determinados pelo ambiente.

Em conformidade com os estudiosos, as capacidades físicas sofrem influência genética, portanto, são subjetivas, além de se comportarem de acordo com as posturas de cada indivíduo, o que permite afirmar-se que seu desenvolvimento advém das experiências cotidianas e do treinamento, sendo classificadas em: força, velocidade, resistência, flexibilidade, agilidade, equilíbrio, ritmo e coordenação motora, a qual é a responsável por sustentar as demais (SABA, 2001; CHIESA, 2004; BARBANTI, 2005; GUIMARÃES, 2005; GUEDES; SOUZA e ROCHA, 2006).

Há ainda que se dissertar mais enfaticamente sobre o treinamento da força propriamente dito – tema deste trabalho, que segundo Flerck; Kraemer (1999) em uma aula planejada evidencia: a) Força Pura que requer de 85% a 95% da força máxima, podendo ser praticada entre 1 a 5 repetições; b) Força Máxima dada em apenas 1 repetição; c) Força Dinâmica usada para ganho de massa muscular com variações entre 6 e 12 repetições com índices aproximados entre 70 a 85% da força máxima; d) Força Explosiva que se utiliza de cerca de 30% a 60% desta força máxima, em repetições entre 8 a 15 para ganho de velocidade; e) Rml – resistência muscular localizada equivale a um trabalho da orça máxima de 40% a 60%, em repetições de 15 a 50 vezes, buscando-se a melhoria das resistências aeróbia e anaeróbia; f) Endurance que em paralelo é também praticada para a melhoria da resistência aeróbia, contudo a nível muscular, com variações de 35% a 40% da força máxima aplicada, e g) Isométrica requerida ao se trabalhar a força em um determinado ângulo, usando-se de 50% a 70% de sua capacidade máxima.

Quanto aos seus benefícios, as referencias bibliográficas que embasam este estudo, ressaltam que além da construção ósseomuscular, o treinamento de força corrobora no controle de complicações metabólicas associadas com a obesidade e todas as suas consequências, o que favorece a minimização dos índices de morbidade e mortalidade que a colocam como um dos principais fatores de risco à saúde humana, reduzindo em adição, a incidência de diabetes, dislipidemias, doenças cardiovasculares e hipertensão arterial (HALPERN; GODAY, 1998; SABA, 2001; BARBANTI, 2005; outros).

Estes benefícios apontados acima ocorrem frente à construção de uma massa muscular mais densa dada por um maior gasto energético, aumentando o tecido captador de glicose, mesmo em repouso, sendo inclusive capazes de proporcionar certo ganho de massa muscular durante o treinamento de um indivíduo obeso, haja vista, que os exercícios de alta intensidade necessitam de um gasto calórico maior, o que eleva a taxa metabólica de repouso por um tempo também maior quando em comparação aos exercícios de intensidade moderada (CAMPUS, 2001; HALPERN; GODAY, 1998; FLERCK; KRAEMER, 1999; outros). Incluem-se nestes benefícios, segundo Campus (2001) o controle ponderal concernente à hipertrofia muscular e a diminuição do G%.

Encerram-se os conceitos do treinamento de força, com a visão de Paixão (2012), que enfatiza que o mesmo “deve ser parte de um estilo de vida que desenvolva o condicionamento físico em caráter permanente”. Desta forma, para que os resultados satisfatórios do treinamento da força se façam palpáveis se faz necessária contínua reavaliação dos objetivos e do planejamento do programa, o que exige do treinador também conhecimentos quanto à psicologia do esporte que desenvolve a parte mental do praticante.

 

A Preparação Mental Como Treino Coadjuvante Para O Ganho De Força

Preparação Mental

Preparação Mental

A PREPARAÇÃO MENTAL COMO TREINO COADJUVANTE PARA O GANHO DE FORÇA EM PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO

Trabalho de Conclusão de Curso: Coach David

 

SUMÁRIO

1 Introdução

2 A Psicologia Dos Esporte Aplicada Ao Treinamento De Força

2.1 O Treinamento De Força

2.2 A Psicologia Do Esporte

2.2.1 Conceitos E Fundamentação

2.3 Os Princípios Da Psicologia Do Esporte No Treinamento De Força

Referências

 

INTRODUÇÃO

O presente estudo foi desenvolvido com o intuito de que se identifique a relevância da preparação mental como treino coadjuvante para o ganho de força em praticantes de musculação, tendo em vista que se trata de uma atividade física de alto impacto, é que indefere dos motivos pelas quais é praticada, seja como um mero exercício contra o sedentarismo ou com fins de emagrecimento, enquadrando-se a outros contextos de saúde, e ainda, como busca pela estética perfeita, ou até mesmo, como esporte competitivo.

Originária desde os tempos primórdios, frente à necessidade dos homens em se fortalecerem para as caçadas e batalhas pela sustentação da própria vida, o treinamento de força ganhou sua maior importância na Grécia, preservando-se como um potencial exercício físico sendo praticado ao redor do mundo até os dias atuais, uma vez que se configura como uma atividade completa, pois beneficia inclusive o âmbito psicossocial de quem a pratica, além de ser fator de inclusão social pertinente a todas as idades.

O contínuo crescimento da prática da musculação, também denominada por fitness, representa dentre as atividades físicas praticadas nos dias atuais como sendo a mais procurada, dados os fatores elencados no parágrafo anterior, fundamentando-se principalmente na exigência orgânico biológica da ativação de todas as capacidades físicas humanas em todas as suas nuances, considerando-se seus exercícios de alto impacto que ocorrem com velocidade conduzida em séries de curta duração visando à promoção do desenvolvimento muscular, bem como, a coordenação motora, o raciocínio e a memória, favorecendo não apenas a modelagem estética, mas a saúde física, fisiológica e mental, de forma integral.

A musculação é uma atividade física que tem como princípio básico, forçar a capacidade de resistência muscular e fibrosa do corpo, trabalhando-se assim, todos os sistemas orgânicos: cardiovasculares, neuromusculares, cardiopulmonares, linfático, entre outros, e para tanto, exige do seu praticante, além do devido treino planejado por uma especialista qualificado e capacitado com conhecimentos técnicos, teóricos e práticos, o uso de hábitos regrados, entre os quais, tem-se em destaque a preparação mental.

No que diz respeito à preparação mental, a Psicologia do Esporte corrobora neste sentido, procurando através da participação de especialistas em atividades de diagnóstico, análise e pesquisas dos aspectos psicológicos de atletas em todas as modalidades, visando se estabelecer relações entre os mesmos com as possíveis variáveis que interferem no desempenho atlético e por consequência, de equipes, a qual também pode ser aplicada aos praticantes ditos “não atletas”.

Entretanto, apesar do reconhecimento da importância da Psicologia no cenário esportivo como um todo, é notório que não se faz eficaz no Brasil, haja vista que a mesma ainda não é totalmente percebida como elemento coadjuvante na preparação mental quando da prática rotineira de atividades físicas, não estando, portanto, devidamente contextualizada e adequada às práticas esportivas, o que contrariamente em países diversos, sua efetivação é tão comum quanto à do técnico, assistente técnico, preparador físico e médico.

Há ainda que se considerar, segundo as literaturas que fundamentam a condução teórica deste estudo, que a intervenção psicológica, não deve ser vista como parte integrante de um programa de periodização do treinamento, e sim em etapas específicas que se objetivem a preparar a parte mental do atleta, no intuito de se desenvolver e aperfeiçoar os vários aspectos psicológicos.

Neste sentido, a psicologia do esporte propõe-se entre outros, ao gerenciamento do stress, ao estabelecimento dos objetivos e metas, a promoção da autoestima e autoconfiança, além do aumento da atenção e concentração, ao controle da ativação e relaxamento, a elevação motivacional e subsequente níveis adequados ao estado de humor que condizem à tensão, vigor, fadiga, raiva e depressão.

Assim, trabalha a autoimagem como um todo, com estratégias especificas ao comportamento cotidiano e de competitividade, dadas principalmente pelo poder da mentalização, a qual é aprendida e praticada através de técnicas especificas. Complementado o acima descrito, o estresse do dia a dia configurado de forma extremamente ritmada no cotidiano humano, quase que como uma regra, tem capacidade de influenciar negativamente qualquer praticante de uma atividade física mais intensa, promovendo a diminuição do volume de treino, tendo como consequência a perda da força muscular, o que vai de encontro contrário à proposta da musculação.

Mediante tal realidade, é fato verificado pelos profissionais da Educação Física que trabalham nas academias espalhadas pelo mundo afora, ante ao estresse diário gerado pelo trabalho excessivo e inúmeros compromissos rotineiros, os praticantes de musculação já chegam esgotados na academia, demonstrando um cansaço prévio, que conduz ao não rendimento nos treinos.

Diante desta evidência, este estudo busca reunir informações com o propósito de responder ao seguinte problema de pesquisa: Como a preparação mental é conduzida via treino coadjuvante, visando auxiliar na redução do estresse físico e mental para a obtenção do ganho de força nos praticantes de musculação?

Assim, a intenção de realizar este trabalho, justifica-se em demonstrar como a aplicação da preparação psicológica pode contribuir para redução do estresse, proporcionando o aumento da força máxima e das habilidades atléticas dos indivíduos, de acordo com um maior volume de treino e concentração mental, assistindo os profissionais da Educação Física no planejamento dos treinamentos de força de forma mais qualitativa.

Para que se atendesse o problema proposto, como mencionado em sua justificativa, objetivou-se investigar de que forma a aplicação do treinamento mental auxilia na redução do estresse físico e mental com a finalidade de ganho de força e a melhora de performance, e para tanto, especificou-se em:

a) Conceituar o treinamento de força e a psicologia desportiva à ela aplicável;

b) Apresentar o treino cognitivo com ênfase na mentalização, e seus benefícios, explicando-se os métodos específicos usados como estratégia de potencialização para redução do estresse prévia ao treinamento de força; e, finalizando-se,

c) Demonstrar a eficácia da psicologia desportiva aplicada ao treinamento da força, através de resultados dos indivíduos que se utilizam da preparação mental nesta atividade física com aqueles que não fazem uso deste importante recurso cognitivo em estudos comparativos, de forma a que se comprove sua eficácia na melhoria do desempenho de atletas e praticantes da musculação.

Elabora-se sob a plataforma de pesquisa científica caracterizada como bibliográfico descritiva, de natureza qualitativa, que segundo as orientações de Barros; Lehfeld (2008) considera as informações científicas advindas de terceiros, publicadas em fontes confiáveis e reconhecidas, por escritores, especialistas e interessados no assunto tema, sem que haja interferência do pesquisado.

A partir da elaboração dos descritores: Desenvolvimento Cognitivo em Atletas; Musculação; Preparação Mental em Exercícios Resistidos de Alto Impacto e Psicologia Desportiva, se fez possível o acesso a uma gama de literaturas, retiradas da base de dados da SciELO, Google Acadêmico, Revistas Especializadas, entre outros, propiciando a devida leitura, análise e separação de acordo com as especificidades pontuadas, sendo estas devidamente classificadas e sumarizadas, de maneira tal que oferecessem ao autor, material suficiente para a elaboração descritiva do estudo estruturado em seu referencial teórico em 3 (três) capítulos distintos que atendem ao objetivo proposto.

As literaturas configuram-se nos idiomas Português e Inglês, sendo que quando necessário, utilizaram-se recursos como dicionários e tradutores que pudessem ofertar o devido entendimento, sendo estas apresentadas entre os anos de 1984 até 2017.

Desta forma, ressalta-se a relevância desta investigação em seu tema abordado não apenas para aprimorar os conhecimentos do próprio autor, como também dos profissionais da Educação Física em todos os seus segmentos, tendo em vista que o estado psicológico de um indivíduo é fator coadjuvante também no seu desempenho físico, e necessita, portanto, de estudos contínuos nesta direção, podendo este servir de fonte de pesquisa para estudos futuros.

Capitulo 2: A Psicologia Do Esporte Aplicável Ao Treinamento De Força

Leia: Como ter Motivação Pra Treinar 

Um ótimo artigo sobre frases para motivar no treino.